quarta-feira, 17 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Como nao gosto de ver isto sem actividade ai vai mais um poemeto
Luz
Repetidamente,
Os olhos se me afundam
Na cinza das manhãs
Que foram alvoradas
De noites vazias;
A boca?Ah! a boca,
Que foi de romã,
Cerejas maduras,
De sedas,
de sangue,
a semear nos homens,
a urgência do beijo...
Que é dela??
E, sobre os ombros, frágeis,
Estende-se uma luz,
Que esmaece
E definha.
E tu,
Meu poeta,
De noites brancas , insones,
Acenas de longe
E dizes, ciciadas,
Palavras de amor.
Onde sou princesa.
Onde sou rainha.
E os poemas que fiz antes,
Já não têm valor...
Lancei-os , a esmo,
Ao vento, ao azul,
Quiçá na esperança,
Que um dia os lesses.
Hoje,
É para ti, que escrevo.
Apenas para ti!
A adivinhar-te os olhos,
Tranquilos ,serenos,
A sorrir, a sorrir..
Porque afinal tu és tudo isso:
O sorriso-bondade,
A leveza da seda,
O canto de um pássaro,
Um aroma a sândalo,
Rico, caríssimo,
no tracejado de um corpo,
rarefeito nos longes
da distancia física.
E então, concluo
que,
se precisa das sombras,
para bem definir
o brilho,
da luz.
30/06/2011
Clarice Silvestre
Repetidamente,
Os olhos se me afundam
Na cinza das manhãs
Que foram alvoradas
De noites vazias;
A boca?Ah! a boca,
Que foi de romã,
Cerejas maduras,
De sedas,
de sangue,
a semear nos homens,
a urgência do beijo...
Que é dela??
E, sobre os ombros, frágeis,
Estende-se uma luz,
Que esmaece
E definha.
E tu,
Meu poeta,
De noites brancas , insones,
Acenas de longe
E dizes, ciciadas,
Palavras de amor.
Onde sou princesa.
Onde sou rainha.
E os poemas que fiz antes,
Já não têm valor...
Lancei-os , a esmo,
Ao vento, ao azul,
Quiçá na esperança,
Que um dia os lesses.
Hoje,
É para ti, que escrevo.
Apenas para ti!
A adivinhar-te os olhos,
Tranquilos ,serenos,
A sorrir, a sorrir..
Porque afinal tu és tudo isso:
O sorriso-bondade,
A leveza da seda,
O canto de um pássaro,
Um aroma a sândalo,
Rico, caríssimo,
no tracejado de um corpo,
rarefeito nos longes
da distancia física.
E então, concluo
que,
se precisa das sombras,
para bem definir
o brilho,
da luz.
30/06/2011
Clarice Silvestre
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Mais um blogue dum AA .
Do nosso Amigo Aniceto Afonso , Antigo Aluno do Liceu de Bragança e vinhaense de gema recebi a mensagem abaixo :
Car@s Amigª@s,
Iniciei hoje o meu blog “Fio da História”, com um texto sobre os 144 anos da abolição da pena de morte em Portugal.
Espero a vossa visita e dos vossos amigos (e, claro, os vossos comentários),
Aniceto Afonso
Espero que seja um blogue com muito sucesso e tenha muita participação
quinta-feira, 30 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
Num domingo à noite, que não se passa nada ,numa noite que decido nada fazer para além do sentar-me no meu sofa com o portatil sobre as pernas a navegar no cyber espaço ,decido dar uma espreitadela aos canais de telelvisao.
Primo no comando a tecla 1 que me dá a RTP e vejo, estupefacta, 3 ou quatro homens atrás de um outro que ladrava , andava a quatro patas e imitava em tudo o comportamento de um canideo. Um deles que era o Bruno Nogueira pôs o “cão” fora da casa, dando-lhe mesmo uma leve pontape…
E eu, estupefacta, assisti durante uns instantes a isto, que passa em horario nobre, a preço de ouro para quem Em muitos casos, desgraçadamente, nada mais pode ver.
Pude ainda ver que o “cão” se masturbava nas pernas dos dois senhores e a seguir_possivelmente, depois de já estar satisfeito,ou pensarem que estaria- atirararam-lhe com um pau para a piscina e o pobre correu atrás do pau e lançou-se mesmo lá para dentro!E o meu queixo, se calhar, até baloiçava um pouco, pois a minha boca continuava aberta, tal era o meu espanto.Não exagero.
Não sei se se trata de um directo. Talvez sim e lhe tenha sabido bem , um banho refrescante, dada a alta temperatura que hoje se fez sentir. Mas se é gravado.. .que vida de cao a daquele homem!!
De qualquer forma o meu protesto veemente. Pela mensagem implicita ,que tem o tratamento desumano dado ao “ cão “de duas pernas.
Precisamos de programas que eduquem , que sensibilizem, para os cuidados que nos devem merecer os nossos amigos de quatro patas e não o contrario. E depois alguem que me diga se a RTP não tem de ser privatizada dado o seu desempenho quer no que tange à produçao de bons programas ,como pelos vistos e especificamente à sua ineficiente e ineficaz gestao.
É que o dinheirinho que eu desembolso todos os meses do meu ordenado é para tapar os inumeros buracos- que uns quantos administratadores deste pais, regiamente pagos - fizeram ou deixaram fazer nas mesmas administraçoes a que pertenciam. E a RTP tambem !
E digam-me, vá, digam-me porque eu sou muito burra ,quiça atrasada mental , digam-me onde está a piada de um programa destes!!!
Não servirá apenas para prolongar ad eternum o nosso analfabetismo, o nosso atraso cultural, em relaçao, para nao ir mais longe aos outros paises da Europa?? Mas a quem interessa? A forças ocultas??Poupem-me!!
E.G.
Primo no comando a tecla 1 que me dá a RTP e vejo, estupefacta, 3 ou quatro homens atrás de um outro que ladrava , andava a quatro patas e imitava em tudo o comportamento de um canideo. Um deles que era o Bruno Nogueira pôs o “cão” fora da casa, dando-lhe mesmo uma leve pontape…
E eu, estupefacta, assisti durante uns instantes a isto, que passa em horario nobre, a preço de ouro para quem Em muitos casos, desgraçadamente, nada mais pode ver.
Pude ainda ver que o “cão” se masturbava nas pernas dos dois senhores e a seguir_possivelmente, depois de já estar satisfeito,ou pensarem que estaria- atirararam-lhe com um pau para a piscina e o pobre correu atrás do pau e lançou-se mesmo lá para dentro!E o meu queixo, se calhar, até baloiçava um pouco, pois a minha boca continuava aberta, tal era o meu espanto.Não exagero.
Não sei se se trata de um directo. Talvez sim e lhe tenha sabido bem , um banho refrescante, dada a alta temperatura que hoje se fez sentir. Mas se é gravado.. .que vida de cao a daquele homem!!
De qualquer forma o meu protesto veemente. Pela mensagem implicita ,que tem o tratamento desumano dado ao “ cão “de duas pernas.
Precisamos de programas que eduquem , que sensibilizem, para os cuidados que nos devem merecer os nossos amigos de quatro patas e não o contrario. E depois alguem que me diga se a RTP não tem de ser privatizada dado o seu desempenho quer no que tange à produçao de bons programas ,como pelos vistos e especificamente à sua ineficiente e ineficaz gestao.
É que o dinheirinho que eu desembolso todos os meses do meu ordenado é para tapar os inumeros buracos- que uns quantos administratadores deste pais, regiamente pagos - fizeram ou deixaram fazer nas mesmas administraçoes a que pertenciam. E a RTP tambem !
E digam-me, vá, digam-me porque eu sou muito burra ,quiça atrasada mental , digam-me onde está a piada de um programa destes!!!
Não servirá apenas para prolongar ad eternum o nosso analfabetismo, o nosso atraso cultural, em relaçao, para nao ir mais longe aos outros paises da Europa?? Mas a quem interessa? A forças ocultas??Poupem-me!!
E.G.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
22 anos
Hoje, mãe, este cérebro que vai perdendo faculdades a olhos vistos, armou-me uma cilada. Esqueceu-se que há 22 anos, partiste, de repente, sem aviso, sem cuidares sequer de mandar um recado, uma nota, um sinal. De repente. Como uma ave que bate asas, rumo a nenhures, rumo ao infinito apenas, assim partiste tu.
E, hoje, eu vesti, como que em festa, um vestido de muita cor, contrariando o que tem sido hábito, quando, me dava conta que, inalterável e inconscientemente, neste dia, algo me obrigava a vestir sempre de uma cor mais consentânea com a cor do meu coração.
Não que seja apologista do luto, esse luto exterior, que nada diz. Visto de negro por outros motivos que não têm nada a ver com a negrura que nos fica na alma ao perdermos alguém.
Mas habituei-me a aceitar, e considerar até acertados, os ditames do meu inconsciente e a gostar mesmo de, nesta data, vestir cores mais escuras.
Hoje, quebrou-se a tradição, mãe, apesar de os olhos ainda se me toldarem, as lágrimas se desatarem e estas linhas se transformarem numa névoa, qualquer coisa difusa e indistinta no monitor.
Não, mãe, já não escrevo no meu caderno, escrevo-te agora, num aparelho que nunca viste, onde fica, milagrosamente, registado, tudo o que escrevo, ao tocar num teclado, que também não sabes o que é mas que depois, um dia, te explico.
Quando nos reencontrarmos, vamos ter tempo para tudo, mãe. Tempo!! Essa coisa voraz e passageira, finita e terrível! E o tempo da tua vida foi tão curto para mim!
Desde que partiste, sou muito mais cerebral; Atenho-me muito mais ao que a cabeça manda e regula. E ambas sabemos bem por quê. É que o coração, mãe, o meu coração, pus-to eu sobre as tuas mãos que estavam tristemente, brancas e geladas, cruzadas sobre o teu peito.
E foi contigo, para sempre!
A tua filha,
C.
E, hoje, eu vesti, como que em festa, um vestido de muita cor, contrariando o que tem sido hábito, quando, me dava conta que, inalterável e inconscientemente, neste dia, algo me obrigava a vestir sempre de uma cor mais consentânea com a cor do meu coração.
Não que seja apologista do luto, esse luto exterior, que nada diz. Visto de negro por outros motivos que não têm nada a ver com a negrura que nos fica na alma ao perdermos alguém.
Mas habituei-me a aceitar, e considerar até acertados, os ditames do meu inconsciente e a gostar mesmo de, nesta data, vestir cores mais escuras.
Hoje, quebrou-se a tradição, mãe, apesar de os olhos ainda se me toldarem, as lágrimas se desatarem e estas linhas se transformarem numa névoa, qualquer coisa difusa e indistinta no monitor.
Não, mãe, já não escrevo no meu caderno, escrevo-te agora, num aparelho que nunca viste, onde fica, milagrosamente, registado, tudo o que escrevo, ao tocar num teclado, que também não sabes o que é mas que depois, um dia, te explico.
Quando nos reencontrarmos, vamos ter tempo para tudo, mãe. Tempo!! Essa coisa voraz e passageira, finita e terrível! E o tempo da tua vida foi tão curto para mim!
Desde que partiste, sou muito mais cerebral; Atenho-me muito mais ao que a cabeça manda e regula. E ambas sabemos bem por quê. É que o coração, mãe, o meu coração, pus-to eu sobre as tuas mãos que estavam tristemente, brancas e geladas, cruzadas sobre o teu peito.
E foi contigo, para sempre!
A tua filha,
C.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
A nossa Fernandinha em grande na TV
Aqui está uma brilhante actuação da nossa comentadora e AA do liceu de Bragança
CLICA PARA VER E OUVIR
CLICA PARA VER E OUVIR
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Vamos la animar a malta...
Ando tomada, como muito boa gente, de uma grande angustia existencial e passo a explicar porquê.Afinal quem é que nos vai governar, depois das eleições? será o PS ou o PSD? Mas esta duvida só tem razão para existir porque nem um nem outro me merecem grande credito. O Sr Engenheiro não diz nada de novo, apenas reproduz um discurso já estafado. E o Passos Coelho em quem depositei inicialmente as minhas esperanças afinal esta a dar provas de grande ingenuidade e mesmo falta de senso. Atenção que eu nada percebo dos meandros da politica e do seu mundo subterrâneo!O meu voto vai para quem , à partida me parece dar de provas de honestidade, coragem , inteligência. Mas tem sido cada desgosto!!!Acreditam, que ainda estou indecisa??E quantos como eu???
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Maio
Há estevas e giestas por todo o lado
E cada monte , florido ,é um canteiro,
Pelos campos, em cada rosto, debruçado,
Há suor escorrendo. O sol é um braseiro!
A brisa suave, dum modo enamorado,
Roça-me a pele do corpo trigueiro,
Alvorecer dum sonho inacabado,
Desponta Maio no viço de um ulmeiro..
E eu, tão romântica sinto-me presa,
Desta maravilha, fecunda beleza,
Fragrâncias mil, profusão de cores…
No cabelo preto ponho uma papoila,
Deixo de ser eu. Sou uma moçoila,
Com o coração a palpitar d’amores!!!
Eulália Gonçalves
E cada monte , florido ,é um canteiro,
Pelos campos, em cada rosto, debruçado,
Há suor escorrendo. O sol é um braseiro!
A brisa suave, dum modo enamorado,
Roça-me a pele do corpo trigueiro,
Alvorecer dum sonho inacabado,
Desponta Maio no viço de um ulmeiro..
E eu, tão romântica sinto-me presa,
Desta maravilha, fecunda beleza,
Fragrâncias mil, profusão de cores…
No cabelo preto ponho uma papoila,
Deixo de ser eu. Sou uma moçoila,
Com o coração a palpitar d’amores!!!
Eulália Gonçalves
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Um convite as meninas do meu tempo...
Ponha-se de lado o comando da TV, o romance que andamos a ler e nos empolga,esqueçamos o dossier que eventualmente temos de estudar; Pouse-se o tricot, o crochet o ,jornal Diario ou a revista cor-de-rosa; Deixemos o ginásio ,a cozinha,os filhos, os netos , o marido ou companheiro ; o amigo ou amiga que nos espera para o café; a prima ou a sogra a quem ficamos de telefonar. O cão que esta na hora de ir à rua,a novela ,o cinema, o cabeleireiro, a roupa , a encomenda dos CTT para levantar,as compras para fazer.
O facebook, o blog ,o correio electrionico. Paremos tudo.
Esta na hora de nos juntarmos nesta Cerca,alegres e descontraídas, naturalmente coradas e felizes ,quiçá a jogar à macaca, à cabra-cega ou à “Minha mãe dá licença”.A rir alto dos nossos pequenos nadas,a cochichar segredos,a partilhar sonhos!
De novo.Como se o tempo parasse.Ou pura e simplesmente ,como se conseguíssemos anular estes anos que nos vincou o rosto e a alma, nos fez seguir na direcção dos 4 pontos cardeais,na busca incessante da felicidade, na procura justa do bem-estar, para nós e para os nossos.
Va lá!! Porque nós até sabemos que“ o sonho comanda a vida”
,Deixemo-lo então tomar as rédeas por uns segundos, que seja e voltemos a ser meninas,felizes e despreocupadas.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Um poema de Florbela Espanca, simples e muito bonito
Eu q’ria ser camponesa;
Ir esperar-te à tardinha
Quando é doce a Natureza
No silêncio da devesa,
E só voltar à noitinha…
Levar o cântaro à fonte
Deixá-lo devagarinho,
E correndo pela ponte
Que fica detrás do monte
Ir encontrar-te sozinho…
E depois quando o luar
Andasse pelas estradas,
D’olhos cheios do teu olhar
Eu voltaria a sonhar,
P’los caminhos de mãos dadas.
E depois se toda a gente
Perguntasse: “Que encarnada,
Rapariga! Estás doente?”
Eu diria: “É do poente,
Que assim me fez encarnada!”
E fitando ao longe a ponte,
Com meu olhar cheio do teu,
Diria a sorrir pro monte:
“O cant’ro ficou na fonte
Mas os beijos trouxe-os eu…
Florbela Espanca - Trocando olhares
Ir esperar-te à tardinha
Quando é doce a Natureza
No silêncio da devesa,
E só voltar à noitinha…
Levar o cântaro à fonte
Deixá-lo devagarinho,
E correndo pela ponte
Que fica detrás do monte
Ir encontrar-te sozinho…
E depois quando o luar
Andasse pelas estradas,
D’olhos cheios do teu olhar
Eu voltaria a sonhar,
P’los caminhos de mãos dadas.
E depois se toda a gente
Perguntasse: “Que encarnada,
Rapariga! Estás doente?”
Eu diria: “É do poente,
Que assim me fez encarnada!”
E fitando ao longe a ponte,
Com meu olhar cheio do teu,
Diria a sorrir pro monte:
“O cant’ro ficou na fonte
Mas os beijos trouxe-os eu…
Florbela Espanca - Trocando olhares
sábado, 14 de maio de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
E ja agora..para a minha aldeia preferida
A Soeira
Horas serenas de bendita solidão
Entre urzes e tojos , tão só como o levita
Onde sinto que a humildade no silencio grita
E a minha volta tudo é meu irmão.
Irmã me sinto de rochas e pedrinhas
De altos negrilhos, da agua das nascentes
Do céu, da lua, das estrelas cadentes
Estevas resinosas, urzes rasteirinhas.
Encontrei aqui a paz desejada
Para a minha alma pobre atribulada
Ah quietude e sede como isto é belo
Vento que passas passa de mansinho
Quero destes cerros fazer um pergaminho
Com a santa palavra do grande “Poverello”.
Soeira,1968
Eulália Gonçalves
Horas serenas de bendita solidão
Entre urzes e tojos , tão só como o levita
Onde sinto que a humildade no silencio grita
E a minha volta tudo é meu irmão.
Irmã me sinto de rochas e pedrinhas
De altos negrilhos, da agua das nascentes
Do céu, da lua, das estrelas cadentes
Estevas resinosas, urzes rasteirinhas.
Encontrei aqui a paz desejada
Para a minha alma pobre atribulada
Ah quietude e sede como isto é belo
Vento que passas passa de mansinho
Quero destes cerros fazer um pergaminho
Com a santa palavra do grande “Poverello”.
Soeira,1968
Eulália Gonçalves
Eu e Joan Baez
Gesto lindo HB,gesto lindo..Bem, efectivamente nao é tanto Joan Baez. A minha filha que é uma melómana certificada,ofereceu-me recentemente(no Dia da Mae, pronto)uma versao lindissima desta cançao cantada çpor Elis Regina.Esta versao,e aviso que tenho um ouvido durrisimo,tem um instrumental fora de serie mas a voz da minha Joan ja nao é a mesma. A que esta no meu Blog é a versao que eu tenhoca em casa e onde a voz dela estava em toda a plenitude.Espero , no entanto, que muita senhora que por aí anda a encher-se de botox , atente na maneira lindissima como esta mulher envelhece e se adapta à cada fase da vida
Adorei o presente. Melhor, eu adoro o presente.
um beijo
E.G.
(nao consegui introduzir comentario..)
Adorei o presente. Melhor, eu adoro o presente.
um beijo
E.G.
(nao consegui introduzir comentario..)
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